Talvez o dia tenha chegado. Não se sabem mais ensinar. É preciso ensinar os ensinadores. O giz no quadro negro pelo pincel no quadro branco. O pincel no quadro branco pelas telas no retroprojetor. O retroprojetor pelos slides no datashow... O que mais vem por aí?
O desafio. Não basta ter as mídias a disposição. É preciso usá-las como ferramentas pedagógicas. O novo professor deve dominá-las, porque o novo aluno exige um aprendizado que o prepare para para a realidade tecnológica. E o docente precisa perder o medo que ainda sente diante da tecnologia.
Centrado. “Antenado”. Preparado. Mas acima de tudo tem que querer o que é novo. O conhecimento é uma busca constante. Não se pode estagnar quando se trata de educação. E, ainda mais, quando se trata de educação tecnológica.
Não vai adiantar se o professor optar pela mesmice. Não é modismo se envolver com os novos paradigmas da educação. O crescimento é fundamental, e o reconhecimento profissional será para aqueles que decidiram ser “o professor do mundo tecnológico”.
Professor, encontre seu perfil. Mas não se esqueça que, embora os ensinamentos sejam iguais, a forma de ensinar deve ser diferente.
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